\n'; document.write(barra); } } changePage();
O Brasil, apesar de possuir
o maior rebanho
leiteiro do mundo, produz
somente cerca de 12%
do leite/animal/ano, se
comparando a outros
países da Europa
e dos Estados Unidos.
Esta baixa produtividade
do rebanho nacional
está sempre sendo
discutida pelas nossas
autoridades nos meios acadêmicos,
em cooperativas leiteiras
e outros segmentos
da nossa sociedade.
Cada produtor acha que encontrou
a fórmula
mágica para a sua
produção de leite.
Isoladamente, às
vezes, até consegue,
mas não resolve o
problema da produtividade
nacional. Mesmo possuindo
um dos
maiores rebanhos bovinos
comerciais do mundo,
sua produtividade por área
ainda é muito baixa,
tanto na produção
de carne, quanto na
produção de
leite. Esses índices devem-se
a falta de tecnologia empregada
por nossos
produtores. Muitas vezes,
o produtor deixa
de utilizar um determinado
manejo
com os animais simplesmente
por desconhecimento
de tecnologia, mesmo por
mais simples
que possa parecer. Para
o aumento da produção
de leite ou de carne, o
produtor acha necessário
a aquisição
de novas matrizes para atingir
suas metas. Com isso, vai
ter que dispor
de novos recursos financeiros,
às vezes não
disponíveis na ocasião,
tendo que recorrer
a empréstimos bancários
sem necessidade,
por não se preocupar,
na maioria das vezes,
com a parte reprodutiva,
sanitária e alimentar
do seu rebanho. Quando os
animais não são
alimentados adequadamente,
durante todo o ano,
principalmente em épocas
de escassez
de pastagens,o intervalo
entre partos
é muito alto, chegando
a 24 meses
entre um parto e outro,
já que nesse período,
o gado perde peso e não
entra em cio ou,
quando apresenta cio regularmente,demora
a emprenhar devido a carências
nutricionais
por falta de uma suplementação
alimentar
em época de estiagem,
causando com isso
um enorme prejuízo
ao criador. Quando
os animais têm uma
alimentação balanceada
durante todo o ano, certamente
o intervalo
entre partos será
bem menor que
a média nacional
de 24 meses.
Diminuindo esse intervalo
entre partos
para aproximadamente 14
meses, haverá um maior
número de partos
por ano, conseqüentemente
um aumento da produção
de leite e de carne
por áreas exploradas,
sem que seja necessária
a aquisição
de novas matrizes para o rebanho.
É mais econômico
para o produtor melhorar
as condições
do manejo sanitário,
alimentar e reprodutivo
do seu rebanho inicial
e fazer uma melhor avaliação
técnica,
do que simplesmente comprar
novas matrizes
que, em pouco tempo, estarão
com os mesmos problemas
do rebanho inicial.